SECOMIL - Equipamentos Agro-Alimentares, Soc. Unipessoal, Lda.


Mini Fábricas de Arroz



A nossa técnica de transformação do arroz:
 
1 – SECAGEM: o arroz em casca deve ser sêco para reduzir a humidade interna até aos 13%. Acima deste valor é difícil  de transformar.
 
2 – O arroz sêco para transformação deve ser guardado em silos de pequena/média dimensão.
 
3 – Mediante a utilização de um sem-fim ou elevador  o arroz  em casca é descarregado na:
 
4 – LIMPADORA: esta efectua uma separação de impurezas presentes no arroz, tais como: palha, pedras, sementes de infestantes, etc.. Para limpar utilizamos um separador de crivos com um  ou dois tabuleiros oscilantes e um aspirador de impurezas ligeiras. Desta máquina e por acção de, por exemplo, uma nora o arroz passa à:
 
5 – DESCASCADORA: descascar é a operação de separação do grão de arroz da casca. É efectuada por 2 rolos de borracha que rodam em sentido contrário e a velocidades diferentes. As nossas máquinas têm a possibilidade de efectuar dupla passagem pelos rolos descascadores com o objectivo de se obter uma percentagem de arroz descascado próxima dos 100%. Um aspirador separa a casca do arroz  (esbranquiçado ou integral de cor castanha).
 
6 – SEPARAÇÃO: é o processo de separação das impurezas presentes  no arroz descascado, tais como bagos de arroz imaturos e outros não descascados. Para  esta operação são usados separadores  combinados de crivos e aspiração.
 
7 – BRANQUEAMENTO: com este processo retira-se a parte externa do arroz (pericarpo), conferindo-lhe a característica cor branca. O branqueamento é efectuado com 4 freios em borracha que primem o arroz contra um cilindro rotativo  em pedra. Quanto mais de aproximam os freios da pedra maior será o grau de brancura do arroz. Para evitar que o arroz se parta durante este procedimento são efectuadas de um mínimo de 2 a um máximo de 4 passagens na máquina  branqueadora. Um aspirador retira a farinha produzida pela máquina e permite arrefecer o arroz branqueado diminuindo o risco de rotura.
 
8 – SEPARAÇÃO DO ARROZ PARTIDO: é a operação que consiste na separação do arroz branco inteiro, do partido. O nosso sistema consiste num separador que combina crivos e aspiração, com a ajuda de um cilindro alvéolar. A função do cilindro de alvéolos é separar 100% do arroz branco partido produzido nas transformações anteriores.
 
9 – SILOS: o arroz branco acabado deve ser armazenado em silos que alimentarão a linha de ensaque.
 
10 – ENSAQUE: pode ser efectuado ou com sistemas manuais ou com equipamentos automáticos que ensacam, fecham e/ou criam um vácuo no saco para melhor conservação.
 
11 – QUADRO ELÉCTRICO: controla toda a instalação. Do tipo simples, controla a instalação com duas funções: manual (cada máquina é accionada premindo num botão) ou automática (cada máquina arranca automáticamente  10 segundos a seguir à anterior). Poderá também ser fornecido um quadro computorizado onde um autómato programável controla todo o ciclo de laboração, assinalando eventuais desgastes das peças de substituição.
 
12 – ELEVADORES: toda a instalação é alimentada com elevadores por taças em plástico alimentar.
 
13 – SUBPRODUTOS: todos  os subprodutos podem ser ensacados ou acondicionados em silos para posterior transformação. Os subprodutos são: casca, grãos verdes, farinácios e arroz branco partido.
 
 
 
TABELA DE PERCENTAGENS:
A percentagem base de arroz branco inteiro é fixada em 60% (em cada 100 grs. de arroz transformado, obtêm-se 60 grs. de  arroz branco inteiro). Esta percentagem pode variar de acordo com  a variedade, a dureza ou eventuais condicionantes climáticas  que poderão danificar o ciclo do arroz.
 
Casca: 20%
Farinácio: 5%
Arroz imaturo: 5% (grão verde)
Arroz branco partido: 10%
Arroz branco inteiro: 60%
 
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